sábado, 13 de novembro de 2010

feliz Aniversário Belika!


"Quisera ser o
Sol e ser o Vento,
pra ter do céu azul
a imensidão
e à música orquestral
do firmamento
que o nosso ser finito busca em vão...
Quisera o dom do puro pensamento,
poder depor na tua frágil mão,
que o Bem Supremo te abrigasse,
atento,
do teu viver fizesse uma canção!
Quisera dar-te tudo o que é preciso,
o que eu nunca possuí,
o mel, as rosas que há no Paraíso...
Dos anjos, ver a perfeição em ti!"

Àrvores de Natal Inusitadas.

Desde que me entendo por gente,minha mãe sempre enfeitou àrvore de natal,lembro que tinhamos  alguns pinheiros no quintal de casa...Ao iniciar o mês de dezembro eu já ficava na espectativa feliz da vida,pois sabia que iriamos enfeitar a àrvore.Minha mãe sempre gostou das naturais,ela tirava um pinheiro grande,colovava em uma lata que ela recobria c/ papel presente e lá iamos nós felizes enfeitar a àrvore.Até hoje sinto o cheiro que o pinheiro natural exalava por toda a casa,p/ mim era o cheiro do natal.Nossa! como eu amo essa época.Hoje a natural deu lugar a artificial,são lindas tbm, só que não tem o cheiro do natal,mas o que vale é o espírito,que este sim, se depender de mim nunca morrerá.Resolvi postar estas àrvores c/ seu diferencial inusitado,particularmente ainda prefiro as tradicionais,mas achei estas bem criativas e legais. 
























sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Embaixo da cama...

http://www.thetoque.com/images/stories/monster_under_bed.jpg
 Começou como um medo infantil qualquer. Ele tinha três anos e não dormia sem que antes os pais olhassem debaixo da cama. Posteriormente, passou a não querer mais adormecer com as luzes apagadas, o que deixava o pai, um economista, muito enfurecido ao ver as contas de luz no fim do mês. A mãe intervinha, a favor do filho: "deixe estar, é só uma fase". Mas os anos se passaram.
 O menino já tinha sete anos, porém sua fobia do escuro e de algo incompreensível que alegava existir debaixo da cama continuava.
Os pais levaram o menino a muitos psicólogos - nenhum conseguiu descobrir de que ele sofria - assim, as luzes continuavam acesas à noite, e o fundo da cama continuava a ser inspecionado minuciosamente.
Mudaram a cama de lugar, mudaram o menino de quarto, mas o medo continuava, cada vez mais forte.
Um dia, o pai teve uma idéia - tratamento de choque - ele dissera.
Às nove horas, o pai saiu e desligou a energia da casa, simulando um blackout.
A mãe fingiu não encontrar velas ou fósforos, e foi com dor no coração que conduziu o choroso filho ao quarto. Colocou a criança na cama - ele estava apavorado e pedia desesperadamente à mãe que ficasse por ali. A mãe endureceu o coração e disse que não, saindo, com pena e fechando a porta.
O menino ficou ali, sozinho, com seu maior medo. Ele estava paralisado, gelado de pavor. Não tinha força sequer para se levantar e sair correndo.
Ele continuou parado, alerta, olhos arregalados, adrenalina fluindo.
O relógio da sala deu dez badaladas. O menino continuava atento - ouvia os pais conversando na sala.O relógio da sala deu onze badaladas. Agora ouvia apenas os sons noturnos: uma sinfonia de grilos e o silêncio mórbido que a noite trazia.
O relógio da sala deu doze badaladas. Afinal, o menino foi se acostumando ao silêncio e à escuridão e foi entregando-se ao cansaço. Suas pálpebras iam se fechando quando ele ouviu um barulho - vindo de debaixo da cama. Despertou sobressaltado. Uma mão de unhas longas e pele áspera agarrou-lhe o tornozelo, tentou gritar, sem sucesso. A voz não lhe saía. Não tinha forças para se livrar daquela criatura ressequida e horrenda que tentava arrastá-lo para debaixo da cama. Tentou ainda agarrar-se ao tapete - em vão. Olhou para trás e divisou o rosto grotesco de olhos brilhantes e presas pontiagudas que sorria para ele. Foi arrastado e mergulhou na escuridão, chorando...
Ele não entendia o que havia acontecido - acordou no escuro, embaixo da cama. Tentou sair e percebeu que aquele não era o seu quarto - viu que neste as paredes eram cor de rosa e havia ursinhos de pelúcia.
 Colocou a mão para fora, tateando na escuridão e encontrou um tornozelo fino.Olhou em cima da cama e viu uma menina de cabelos negros, que o fitava com os olhos enormes cheios de terror.
Só então reparou nas suas mãos: outrora infantis e claras, elas agora pareciam ressequidas e cobertas de veias salientes, com enormes unhas negras.
Tentou dizer à assustada garotinha que precisava de ajuda, mas descobriu que não tinha mais voz. O máximo que conseguia fazer era sorrir, grunhir e assoviar com sua língua bifurcada e seus dentes pontiagudos. Nesse momento, a garotinha começou a gritar...
Sem escolha, para fazê-la calar-se, ele a puxou, arrastando-a para a escuridão.
 Horrorizado, percebeu que encontrou conforto e prazer em arrastar outra criança para a mesma situação que vivera.
 Um ricto horrível tomou conta de sua face disforme, e rastejando na escuridão, o antigo menino que tinha medo do desconhecido pensou:
"nada mal para o meu primeiro dia como o monstro debaixo da cama".

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vc moraria em uma igreja?

A idéia de se viver em uma igreja é um tanto bonita como desconcertante. Os proprietários desta casa compraram a igreja por R$ 275.000,00 e, em seguida, gastaram 1.000.000,00 em reformas para dar-lhe o forma e aparência de que atualmente apresenta. O vasto interior, os amplos espaços, e os vitrais com temas góticos realmente confundem você. Apesar da decoração aquém de toda grandeza da casa, você não pode deixar de se maravilhar com este atrevido experimento. Com os mortos ainda descansando no seu quintal, este é uma excepcional casa! Não?











Escadas diferenciadas.